04/05/2013

Os 10 filmes mais violentos da história

Para você, o que é o extremo da violência? Uma cabeça cruelmente esmagada? Um horripilante picadinho de carne humana? Ou - socorro! - um inocente bilau arrancado a dentadas? Por via das dúvidas, incluímos essas três coisas e mais um monte de atrocidades. Para compilar as dez produções mais punks de todos os tempos, reunimos um trio da pesada: o crítico Luís Carlos Merten, do jornal O Estado de S. Paulo, o jornalista Carlos Primati, colaborador de Mundo Estranho e editor da revista Cine Monstro, e o cineasta Carlos Reichenbach, diretor de filmes como Dois Córregos e Garotas do ABC. Nossa lista juntou filmes bem conhecidos, como Kill Bill vol. 1 e 2, e produções independentes, como o cult Aniversário Macabro. Nas telonas, a tendência de mostrar a violência nua e crua despontou na década de 30 com o suspense gângster Scarface, a Vergonha de uma Nação, de 1932. Como seus tiroteios pareciam reais, o filme teve sérios problemas com a censura. Por causa de Scarface, o governo americano lançou o chamado Código Hays, um conjunto de leis para controlar o banho de sangue nas telas, que durou até o fim da década de 60. Depois desse período, a violência voltou especialmente no cinema de terror e seus subgêneros, como os splatter movies, onde o sangue literalmente espirra na tela (o maior representante é A Noite dos Mortos Vivos, de 1978). Faltou ainda falar dos chamados snuff movies, vídeos sadomasoquistas que culminariam com o assassinato "real" de um dos atores. Parece supermacabro, mas não se assuste: tudo indica que os snuff não passam de lenda. Nos Estados Unidos, o FBI investigou a existência desse tipo de filme por 20 anos. Não encontrou um exemplar sequer.

Overdose de ketchup Top 10 macabro exagera no banho de sangue falso
  Macbeth
DIRETOR - Roman Polanski
ANO - 1971
CENA MAIS PUNK - Macbeth apunhala o rei Duncan várias vezes enquanto dorme, numa cena que não fazia parte da montagem original da peça
A versão mais sangrenta desse clássico de Shakespeare foi filmada dois anos após o assassinato de Sharon Tate, mulher do franco-polonês Roman Polanski. Para os críticos, o trauma do diretor explica o excesso de violência na produção

Tragam-me a cabeça de Alfredo Garcia
DIRETOR - Sam Peckinpah
ANO - 1974
CENA MAIS PUNK - Uma garota grávida tem o braço quebrado pelo próprio pai
Neste western mexicano, um fazendeiro tortura a própria filha e promete 1 milhão de dólares para quem trouxer a cabeça - literalmente - de Alfredo Garcia, que teria engravidado a menina. O bangue-bangue foi proibido na Suécia, Alemanha e Argentina

A marca do diabo
DIRETOR - Michael Armstrong
ANO - 1970
CENA MAIS PUNK - Uma mulher acusada de bruxaria tem a língua arrancada numa sessão de tortura
As torturas da inquisição medieval são o cenário para esse clássico do horror. Logo na abertura, freiras aparecem sendo estupradas. Alguns cinemas que exibiram o filme distribuíram sacos de vômito para a audiência agüentar o tranco
Aniversário macabro
DIRETOR - Wes Craven
ANO - 1972
CENA MAIS PUNK - Garota arranca pênis de bandido a dentadas
O criador das séries A Hora do Pesadelo e Pânico estreou na direção com esse filme barra-pesada, em que um grupo de criminosos estupra, tortura e mata duas garotas. Não é à toa que o filme ficou proibido por 30 anos na Grã-Bretanha

Taxi Driver-Motorista de taxi
DIRETOR - Martin Scorsese
ANO - 1976
CENA MAIS PUNK - Um gigolô tem os dedos das mãos arrancados a tiros
Neste suspense, Robert de Niro vive um taxista doidão que decide matar um candidato à presidência americana. O tiroteio no bordel é tão sanguinolento que os produtores tiveram de amenizá-lo na pós-produção, tirando um pouco da cor da cena e deixando o sangue com um tom rosado

Assassinos por natureza
DIRETOR - Oliver Stone
ANO - 1994
CENA MAIS PUNK - Com a ajuda do namorado, filha afoga o pai e põe fogo na mãe
Woody Harrelson e Juliette Lewis vivem dois psicopatas que viajam exterminando pessoas. Para tentar diminuir a censura do filme, o diretor Oliver Stone cortou ou refez 150 trechos antes da edição final. Mesmo assim, o suspense foi proibido na Irlanda

Canibal Holocausto
DIRETOR - Ruggero Deodato
ANO - 1980
CENA MAIS PUNK - Uma garota é empalada com uma estaca de madeira que sai pela boca
Para contar essa história sobre canibais famintos, o diretor Ruggero Deodato chegou a matar bichos de verdade. E, para combater uma onda de boatos, teve de levar os atores a um programa de TV na Itália para provar que eles não tinham virado ensopado na selva

Irreversível
DIRETOR - Gaspar Noé
ANO - 2002
CENA MAIS PUNK - Estuprador tem sua cabeça esmagada com um extintor de incêndio
A deusa Monica Belucci interpreta uma mulher estuprada numa cena que dura quase 20 minutos. Além do enredo hardcore, a primeira meia hora desse filme francês tem um incômodo ruído de fundo que provoca náusea e vertigem. No cinema, muita gente desencanava de assistir ao filme no meio da sessão

A história de Rick
DIRETOR - Ngai Kai Lam
ANO - 1991
CENA MAIS PUNK - Homem vira picadinho num moedor de carne gigante
Essa mistura de terror e comédia mistura kung-fu, membros decepados e olhos arrancados. Na cena do moedor de carne, a produção usou tanto sangue falso que o ator que encarnou Ricky não conseguiu tirar o corante vermelho da pele por três dias

Kill Bill - Vol. 1 e 2
DIRETOR - Quentin Tarantino
ANOS - 2003 e 2004
CENA MAIS PUNK - Após uma tremenda surra, A Noiva, grávida, leva um tiro na cabeça
Principalmente na parte 1, o épico de Quentin Tarantino carrega na pancadaria. Na seqüência em que a Noiva enfrenta um exército de mascarados, 57 pessoas vão para o saco. E o ketchup jorra sem dó: ao todo, os produtores usaram mais de 1 700 litros de sangue de mentirinha nos dois filmes

26/03/2013

Acessando a Deep Web


Para descobrir o conteúdo na Web, motores de busca usam Web Crawlers que seguem hyperlinks através de um conhecido protocolo e números de portas virtuais. Esta técnica é ideal para descobrir conteúdos na Surface Web (de superfície) mas é ineficaz para encontrar conteúdos na Deep Web.

Por exemplo, estes programas Crawlers (rastreadores) não tentam encontrar páginas dinâmicas que são o resultado de consultas aos bancos de dados devido ao infinito número de requisições que são possíveis. Tem-se observado que isto pode (parcialmente) saturar por prover links para resultados consultados, mas isso poderia inadvertidamente inflar a popularidade de um membro da Deep Web.

Em 2005, o Yahoo! fez uma pequena parte da Deep Web pesquisável, liberando assinaturas Yahoo! Este motor de busca pesquisou através de assinaturas somente nos Web sites. Alguns Websites de assinaturas exibem o seu conteúdo completo para robots do motor de busca assim que vai aparecer nas buscas do usuário, mas então exibem login de usuários ou páginas de assinaturas quando clicar em um link resultado da página do motor de busca. DeepPeep, Intute, Tecnologias Deep Web, e Scirus são alguns motores de busca que acessaram a Deep Web. A partir de julho de 2011, Intute ficou sem fundos e agora é um arquivo temporário estático.

Rastreamento


Pesquisadores têm explorado a forma como a Deep Web pode ser rastreado de forma automática. Em 2001, Sriram Raghavan e Hector Garcia-Molina apresentaram um modelo de arquitetura para um oculto-Web rastreador que usou termos chave fornecidos por usuários ou coletados a partir das interfaces de consulta para consultar um formulário Web e rastrear os conteúdos da Deep Web.

Alexandros Ntoulas, Petros Zerfos, e Junghoo Cho, da UCLA criaram um oculto-Web rastreador que automaticamente gera consultas significativas para emitir contra as formas de pesquisa. Várias formas de linguagens de consulta (por exemplo, DEQUEL) têm sido propostos, que, além de emitir uma consulta, também permitem extrair dados estruturados a partir de páginas resultadas.

Outro esforço é DeepPeep, um projeto da Universidade de Utah patrocinado pela National Science Foundation, que reuniu fontes oculto-Web (Web formulários) em diferentes domínios baseados em novas técnicas de rastreamento focado. Motores de busca comerciais iniciaram exploração de métodos alternativos para rastrear a Deep Web.

O Protocolo Sitemap (primeiramente desenvolvido pela Google) e mod oai são mecanismos que permitem os motores de busca e outras partes interessadas em descobrir os conteúdos Deep Web nos Servidores Web particulares. Ambos mecanismos permitem Servidores Web anunciar as URLs que estão acessíveis nestes, permitindo assim a descoberta automática de conteúdos que não estão diretamente linkados na Surface Web (de superfície).

O Google's Deep Web Surfacing System pré-computa submissões para cada formulário HTML e adiciona as páginas HTML resultantes dentro do índice do motor de busca Google. A contabilidade dos resultados por mil consultas por segundo para o conteúdo da Deep Web. Neste sistema, a pré-computação de apresentações é completada utilizando-se três algoritmos:
1º - Selecionar valores de entrada para as entradas de pesquisa de texto que aceitam palavras-chave;
2º - Identificar as entradas que aceitam somente os valores de um tipo específico (por exemplo, data);
3º - Selecionar um pequeno número de combinações de entrada que geram URLs adequados para inclusão dentro do índice de busca Web.

Classificação de Conteúdo


Automaticamente determinando se um conteúdo da Web é um membro da Surface Web (de superfície) ou Deep Web é difícil. Se um conteúdo é indexada por um motor de busca, não é necessariamente um membro da Surface Web (de superfície), porque o conteúdo pode ter sido encontrado usando-se qualquer outro método (por exemplo, o Protocolo Sitemap, mod oai, OAIster) em vez do rastreamento tradicional. Se um motor de busca fornece um backlink para um conteúdo, pode-se supor que o conteúdo está na Surface Web (de superfície). 

 Infelizmente, os motores de busca nem sempre proveem todos os backlinks para conteúdos. Mesmo se um backlink existe, não há nenhuma maneira para determinar se o conteúdo provido no link é próprio da Surface Web (de superfície) sem rastrear toda a Web. Além disso, um conteúdo pode residir na Surface Web (de superfície), mas que não foi encontrado por um motor de busca. Portanto, se temos um conteúdo arbitrário, não podemos saber com certeza se o conteúdo reside na Surface Web (de superfície) ou Deep Web sem um rastreamento completo da Web. A maioria do trabalho de classificação de resultados de busca tem sido em categorizar a Surface Web (de superfície) por tópico. 

Para a classificação dos conteúdos Deep Web, Ipeirotis et al apresentou um algoritmo que classifica um site Deep Web dentro da categoria que gera o maior número de acessos para alguns cuidadosamente selecionados, consultas focadas topicamente. Diretórios Deep Web sob desenvolvimento incluem OAIster da University of Michigan, Intute da University of Manchester, Infomine da University of California, em Riverside, e DirectSearch (by Gary Price). Esta classificação coloca um desafio durante a busca na Deep Web em que dois níveis de categorização são obrigatórios. O primeiro nível é para categorizar sites dentro de tópicos verticais (por exemplo, saúde, viagens, automóveis) e sub tópicos de acordo com a natureza do conteúdo subjacente a suas bases de dados. O desafio mais difícil é classificar e mapear as informações extraídas a partir de múltiplas fontes Deep Web de acordo com necessidades do usuário final. Relatórios de pesquisa Deep Web não podem exibir URLs como relatórios de busca tradicionais. 

Os usuários finais esperam de suas ferramentas de busca, não somente para encontrar o que estão procurando rapidamente, mas para ser intuitivo e de fácil utilização. Afim de ser significativa, os relatórios de busca tem a oferecer alguma profundidade à natureza do conteúdo que estão na base das fontes, ou então o usuário final será perdido no mar de URLs que não indicam qual o conteúdo que está abaixo deles. 

O formato em que os resultados da busca devem ser apresentados varia largamente pelo tópico particular de busca e do tipo de conteúdo que está sendo exposto. O desafio é encontrar e mapear elementos de dados similares de múltiplas fontes distintas, de modo que os resultados da busca possam ser expostos em um formato unificado sobre o relatório de busca, independentemente da sua fonte.

Freenet

Freenet foi originalmente criada por Ian Clarke. De acordo com Clarke a Freenet visa prover liberdade de expressão através de uma rede P2P com grande proteção do anonimato.
Uma exposição sobre P2P não estaria completa sem mencionar a Freenet. A prioridade da Freenet é a liberdade de expressão e o anonimato. Para obter isso, a comunicação entre os nós é cifrada, assim como a informação armazenada em cada nó. O usuário contribui com um pedaço do seu HD, mas ele não sabe o que exatamente está armazenado lá.
A rede responde adaptativamente a padrões de uso, replicando dinamicamente a informação para que ela fique mais próxima de onde ela é mais requisitada -- o que tem sido chamado de transparent lazy replication. Isso otimiza o uso da banda e tem implicações que vão muito além do simples compartilhamento de arquivos.
A Freenet pretende ser um novo paradigma para a Internet. Quanto à questão do copyright, Ian Clarke é radical:
  • "O problema central do copyright é que o seu cumprimento exige o monitoramento das comunicações, e você não pode ter garantia de liberdade de expressão se alguém está monitorando tudo o que você diz.(...)
  • Você não pode garantir liberdade de expressão e cumprir a lei de copyright. É por essa razão que a Freenet, um sistema projetado para proteger a liberdade de expressão, tem de impedir o cumprimento do copyright."
Atualmente, a Freenet tem sérios problemas de interface com o usuário. Dos projetos P2P que tem por aí, a Freenet é o menos "usável":
  • "Você pode ver o que ela pode vir a ser algum dia, mas no momento, ela não é muito útil: a instalação é desajeitada, e não há nenhum cliente bem-acabado. É difícil descobrir quais outros nós estão on-line; quando você acha um nó, é difícil descobrir o seu conteúdo; e uma vez achado o conteúdo, não existe um jeito de discernir a sua qualidade."
Mas, tecnicamente, é um dos mais interessantes. E dos mais promissores.

Gopher

Acessado através da porta 70, as informações acessadas através do Gopher ficam localizadas em servidores apropriados nos quais roda um programa que as organiza por assunto, e as disponibiliza organizadas em uma estrutura hierárquica na forma de menus (diretórios), semelhante àquela do seu gerenciador de arquivos. Cada vez que você clica sobre uma pasta o Gopher mostra a você as outras pastas e/ou arquivos que se encontram dentro desta (navega para um nível mais interno na hierarquia).
Para usar os recursos do Gopher você precisa conectar-se a um servidor Gopher e navegar através dos menus que ele apresenta até encontrar um arquivo que contenha as informações que você deseja. Ao clicar sobre o arquivo desejado ele será aberto para que você tenha acesso ao seu conteúdo, se estiver em forma de texto ou noutro formato suportado pelo navegador. Os outros arquivos estão disponíveis para você trazer para a sua máquina. Neste caso haverá uma indicação da disponibilidade do mesmo para "download", e bastará clicar sobre o mesmo para iniciar sua transferência para o seu computador.
Os servidores Gopher mantém conexões entre si formando o que é conhecido como Gopherspace.

Silk Road

Silk Road é um mercado negro on-line que operada como um serviço encoberto pela rede Tor.

O site foi lançado em fevereiro de 2011 com o desenvolvimento tendo iniciado há três meses. Os compradores podem registar-se na Silk Road de graça, mas o vendedor deve adquirir novas contas por meio de leilões para supostamente mitigar a possibilidade de indivíduos mal-intencionados distribuírem mercadorias danificadas.

A maioria dos produtos vendidos no Silk Road são qualificados como contrabando na maioria das jurisdições. A maioria dos vendedores estão sediados no Reino Unido e nos Estados Unidos, e oferecem produtos como a heroína, LSD, maconha e outras drogas. No entanto, os operadores do site proíbem bens ou serviços destinados a prejudicar os outros, como números de cartões de crédito roubados, moeda falsa, informação pessoal, assassinatos, armas de destruição em massa e materiais utilizados para construir tais armas.

Compradores e vendedores realizam todas as transações com Bitcoin, uma criptomoeda que pode fornecer anonimato forte. A maioria dos preços em BTC no Silk Road estão atrelados ao dólar dos Estados Unidos e flutuam de acordo com a atual taxa de câmbio BTC / USD.

The Hidden Wiki

The Hidden Wiki é um site que usa serviços ocultos disponíveis através da rede Tor. O site tem uma coleção de links para outros sites e artigos de enciclopédia em um formato wiki.

O site oferece uma série de links em um formato wiki a outros serviços ocultos e sites na Clearnet (sites que podem ser acessados em um navegador padrão). Estes incluem links para sites de pornografia infantil, sites de venda de drogas e outros contrabandos, como Silk Road.

Continua...

Você sabe o que é Deep Web?


Eu sei que muita gente acha que, tudo que está na web é encontrado pela Google, ou por um mecanismo de busca comum. Há inclusive aquele ditado moderno que diz “se o Google não encontra, não existe”. Ah amigo, se você pensa dessa maneira não faz idéia do quanto está enganado. O que você conhece é o lado bonitinho da internet… o lado negro está além da sua visão….ou conhecimento. Trata-se de um mundo virtual oculto, que dependem da sua capacidade com linguagens computacionais para acessá-lo. Particularmente, faz algum tempo que eu ouvi falar sobre a Deep Web, com outro nome ( chamavam de “Dark Web”) , mas nunca busquei acessá-la porque esse lado é um tanto desagradável ao meu ver, em especial, pela qualidade do material divulgado nesses sites e fóruns, contudo, achei interessante a indicação do leitor Will, que sugeriu que falássemos sobre o tema. Como não sou especialista no assunto, peguei um texto do site “Prova Final” que explica de forma simples sobre o que se trata a “Deep Web”. Leia e descubra o lado negro da web.

Mas afinal, o que é a Deep Web ?


A deep web nada mais é do que aquilo que não aparece na internet convencional, ou seja, na surface web, que é tudo aquilo que é visto em buscadores, como o google. Este site, por exemplo, está no google, logo, está na surface web.


Um estudo realizado em Julho de 2001 pela empresa BrightPlanet estima que a web profunda poderá conter 500 vezes mais recursos do que a web indexada pelos motores de busca. Estes recursos, além de serem volumosos, muitas vezes são de grande qualidade.

A web da superfície (acessível através dos motores de busca, por exemplo) tem um tamanho de cerca de 167 terabytes. De acordo com estudos da Universidade de Berkeley, o tamanho da web profunda é estimada em cerca de 91 mil terabytes.

Em 2008, a web chamada “invisível” não referenciado pelos motores de busca representa 70 a 75% do total, ou seja, cerca de um trilhão de páginas não de indexadas.

A grande questão é, o que se esconde na deep web? O que é tão confidencial que não pode vir a domínio público?
Claro, provavelmente há muita coisa inocente, tal como sites de amigos, comunidades específicas, sites de ARGs, que simplesmente não querem ser incomodados.

Mas e o lado negro?


No 4chan, site de imagens de onde saem todas as lendas e memes conhecidos pelo homem.

Lá, havia o relato de um fórum de crackers, que só podia ser acessado através de desencriptação específica (que serve mais ou menos como um teste, para que só os melhores, ou no mínimo os bons crackers acessem, e não qualquer lammer). E neste fórum, eles compartilham programas, tal como vírus e desencriptadores, para invadir sites, muitas vezes com objetivos financeiros, tal como bancos. E quantias grandes estavam envolvidas.

E isso com certeza é o de menos.

A questão é, que obviamente, na deep web, há muita coisa ilegal, chegando até mesmo a ser conspiratória. Pornografia infantil, por exemplo, deve haver aos montes.

Outro relato dizia sobre uma wikipedia da deep web, bem underground mesmo. Lá continha links, por exemplo, para contratação de assassinatos de aluguel. ( o autor do texto alega já ter visto esses sites, porém, por motivos de óbvios, decidiu não divulgar como acessá-los)

Outra coisa: há também sites de religiões mais undergrounds (satânicas), que envolvem quebra da lei. Exemplo, canibalismo, sacrifício de seres humanos, etc…Dizem as más línguas que há toneladas de snuff films (filmes de assassinatos feitos pelo o assassino, filmados por diversão – tipo aquele dos garotos ucranianos – que é, com certeza, são os piores e mais revoltantes materiais que você pode encontrar na Internet)

Venda de drogas, mercado de órgãos, tráfico de seres humanos, e por aí vai. Particularmente, eu não quis seguir na busca de tais sites, pois acho que a toca do coelho vai muito mais fundo do que imaginamos…

Para ter acesso a esse tipo de sites mais “underground”, é necessário programas especiais, tal como thor ou freenet, que em teoria garantem o anonimato.

Um aviso leitor, cuidado ao buscar esse tipo de coisa. Pode te custar o sono, ou mais que isso…

Agora vamos ver alguns comentários noobs, encontrados em fóruns, de alguns curiosos que se aventuraram na Deep Web:

"Tem muita coisa sobre terrorismo, manuais de guerra, sobrevivencia, armas, fabricaçao de explosivos. Há sites diversos sobre apologia a crimes e drogas e bizarrices sobre canibalismo e mutilaçao genital (mas acredito que seja fake)… ninguem ia ser louco pra se mutilar só pra fazer uma merda de um vídeo.
Na Deepweb que surgiram esses grupos de hackers (anonymous; Lulzsec; Wikileaks), porque não há como rastrear sites que usam tor."

"…pelo que andei lendo na comunidade deep web do orkut , a pornografia infantil , pedofilia etc é apenas a borda da deep web apenas para disfarçar e blindar os assuntos piores que existem parece que a 1 camada é a mais “branda” , que se domina pelo nome de ONION , parece que tem mais 4 camadas , que cada camada as cenas e assuntos são mais chocantes que o outro , cara**o eu fico imaginando como é a ultima camada, deve ser o encontro com o diabo"

"Por incrível que pareça, parece haver conteúdos ainda mais bizarros e chocantes que os comentados nesse tópico.
Lembro de ter encontrado um site que era uma espécie de fórum de psicopatas. Pra ter acesso ao fórum, a pessoa deve enviar um video de um crime hediondo cometido por ela.
Pelo q andei lendo, nesse fórum assassinos, estupradores etc em série postavam videos de seus crimes filmados em primeira ou terceira pessoa.
É claro que é possível uma pessoa pegar um video na internet e enviar ao fórum dizendo que é ela cometendo o crime, só pra se infiltrar, mas como os organizadores desse fórum tem conhecimento profundo dos videos de bizarrices que circulam pela internet, é difícil enganá-los, então é bem provável que o pessoal que posta nesse fórum sejam maníacos de verdade."

"Não sei se é verdade, não vi nenhum video relacionado a isso na Deep Web. Mas ouvi falar que existem sites onde são transmitidas lutas ao vivo onde homens lutam até a morte, ao estilo dos gladiadores romanos. Algumas lutas são homens x animais. O acesso a essas lutas são vendidos a milionários, por um bom dinheiro. Lembro de lido no site HackerBB, um dos maiores fóruns hacker da Deep Web, um pessoal discutindo como ter acesso a esse site, se ele realmente existia etc. A princípio esse tipo de história me parece fake, mas se os caras estavam discutindo como ter acesso ao site, talvez ele realmente exista."

Como vemos, nas profundezas da web encontramos de tudo, principalmente o lado mais escuro e perverso da mente humana, mas também há coisas boas, tais como pesquisas cientificas e tecnológicas, livrarias digital, bases de dados universitárias, etc…

Não aconselhamos ninguém a visitar esse sub-mundo da web, pois sem o devido conhecimento informático as consequências podem ser nefastas.

Continua...


12/03/2013

Epitáfio do Farrapo


meu nome escrito à mijo
escorre como choro
salgado como um soro
a terra que há de me comer
agora me bebe
e eu tô cagando pra isso.

pobre Farrapo, precisou morrer
pra alimentar a erva
e só então descobrir
que é um adubozinho de merda.

Farrapo

Orgasmo por aperto de mãos

Metall / From Hell. Tecnologia do Blogger.

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